Douglas Cossi Fagundes
Da Redação
O Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira completa 50 edições em 2026 e terá uma programação especial para celebrar sua trajetória. As comemorações começam neste fim de semana, com a abertura da exposição “50 Anos Tocando Corações” e o lançamento do livro “50 Anos Não São 50 Dias”, que resgatam memórias de um dos principais eventos culturais do município.
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Exposição reúne imagens e memórias do festival
A exposição “50 Anos Tocando Corações” será aberta nesta sexta-feira (9), a partir das 19h30, no Centro Cultural, localizado na Praça dos Paiaguás.
A mostra reúne imagens e registros relacionados às cinco décadas do Festival Nacional de MPB, destacando momentos marcantes e a relação do evento com a cultura e a música brasileira.
A visitação ficará aberta até 7 de novembro, período que coincide com a realização da 50ª edição do festival.
De segunda a sexta-feira, o público poderá visitar a exposição das 7h30 às 12h e das 13h30 às 17h. Às sextas-feiras e aos sábados, também haverá visitação noturna, das 19h às 21h.
A iniciativa é realizada pela Fundação Cultural de Ilha Solteira e pela Prefeitura, por meio do Departamento de Cultura, com organização da VD Produções.
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Livro reúne 50 depoimentos sobre a história do festival
No sábado (10), às 20h, na Fundação Cultural, será lançado o livro “50 Anos Não São 50 Dias”, de autoria do cantor e compositor Tavinho Limma.
A obra nasceu de uma ideia de homenagear o Festival Nacional de MPB de Ilha Solteira por suas bodas de ouro, a partir do olhar de quem acompanhou sua trajetória e reconhece sua importância para a música brasileira.
Morador de Ilha Solteira após viver em Recife e no Rio de Janeiro, Tavinho conhece de perto a história do evento e destaca sua longevidade entre os festivais de MPB do país.
O projeto reúne 50 depoimentos de pessoas que fizeram ou fazem parte dessa história, entre organizadores, cantores, compositores, artistas de Ilha Solteira e de outras regiões do Brasil, além de pessoas que acompanham e prestigiam o festival.
A decisão de levar o projeto adiante ganhou força após Tavinho se lembrar de dois participantes que haviam concedido depoimentos, Adilson Nascimento e Sandra Paçoquinha, que já faleceram.
Segundo o compositor, a ausência dessas pessoas, que tinham uma ligação especial com o festival, reforçou a importância de preservar as memórias e os relatos de quem ajudou a construir essa história.
O livro conta com prefácio do cantor e compositor Zé Geraldo e traz uma frase marcante de Zeca Baleiro, que também contribuiu para motivar a realização do projeto.
Produzida com recursos próprios, a obra terá uma tiragem impressa limitada. Tavinho também disponibilizará uma versão digital em PDF, que poderá ser solicitada pelos interessados attavés do perfil do autor no Instagram (clique aqui).
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