Douglas Cossi Fagundes
Da Redação
A Justiça de Ilha Solteira decidiu que os três acusados de envolvimento na morte e no desaparecimento da estudante universitária Carmen Oliveira Alves serão julgados pelo Tribunal do Júri. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (10), na semana em que o caso completa um ano.
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Serão levados a julgamento Marcos Yuri Silva Amorim, o policial militar ambiental aposentado Roberto Carlos de Oliveira e Paulo Henrique Messa, pelos crimes apontados na denúncia apresentada pelo Ministério Público.
De acordo com a promotora de Justiça Laís Bazanelli Marques dos Santos, Marcos Yuri e Roberto Carlos responderão perante o Júri Popular por feminicídio, fraude processual e ocultação de cadáver.
Já Paulo Henrique Messa será julgado pelos crimes de fraude processual e ocultação de cadáver.
A decisão foi assinada pela juíza Lia Freitas Lima. Carmen está desaparecida desde o dia 12 de junho de 2025, e seu corpo ainda não foi localizado.
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Ato em memória de Carmen será realizado nesta sexta-feira
Familiares e amigos da universitária promovem nesta sexta-feira (12) um ato em memória de Carmen Oliveira Alves, marcando um ano de seu desaparecimento. A mobilização acontecerá a partir das 20h30, durante o Arraiá na Praça, realizado na Praça dos Paiaguás, em Ilha Solteira.
Segundo os organizadores, a iniciativa foi idealizada como uma manifestação de memória, afeto e pedido de Justiça. Os participantes se reunirão na Praça dos Paiaguás e seguirão até o palco principal do evento, onde será realizado um momento simbólico com a execução de uma música em homenagem à estudante.
A proposta é reunir familiares, amigos e membros da comunidade para expressar lembranças, sentimentos e reforçar a esperança de que a Justiça seja feita.
Campanha mobiliza moradores nas redes sociais
Além do ato presencial, o perfil “Onde Está Carmen” está promovendo uma campanha de mobilização nas redes sociais. A iniciativa convida moradores a enviarem fotografias segurando palavras, frases ou mensagens que representem o que Carmen significou em suas vidas ou expressem sentimentos relacionados ao caso.
As imagens podem ser encaminhadas pelo WhatsApp (67) 99818-2358 e serão publicadas no perfil, como forma de manter viva a memória da universitária e ampliar o alcance do pedido por Justiça.
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