Douglas Cossi Fagundes
Da Redação
O furto de dois cadeados em uma residência na zona norte de Ilha Solteira chamou a atenção para um tipo de crime que vem crescendo em diversas cidades brasileiras e que pode indicar uma nova tendência criminosa, semelhante ao já recorrente furto de fios e cabos elétricos.
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De acordo com boletim de ocorrência registrado na Polícia Civil, a vítima relatou que foi descansar e acabou deixando o portão da residência aberto. Ao acordar, percebeu que desconhecidos haviam entrado no imóvel e furtado dois cadeados — um utilizado para prender uma bicicleta e outro usado no portão da casa.
Ainda segundo a vítima, nenhum outro objeto foi levado do imóvel.
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Cadeados entram na mira de criminosos
O caso levanta um alerta para um tipo de furto que tem sido registrado em diferentes regiões do país: o roubo de cadeados para extração e revenda de metais, principalmente o latão — material frequentemente confundido com cobre devido à coloração amarelada.
Tradicionalmente, criminosos envolvidos nesse tipo de prática atuam no furto de fios e cabos elétricos, visando a comercialização do cobre em ferros-velhos e mercados clandestinos de reciclagem. No entanto, cadeados passaram a se tornar alvo por também possuírem valor comercial, já que muitos modelos são fabricados com ligas metálicas contendo latão, composto por cobre e zinco.
Apesar do registro do caso, ainda não é possível afirmar se há, em Ilha Solteira, um mercado ilegal estruturado para a receptação desse tipo de material.
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