Douglas Cossi Fagundes
Da Redação
O município registrou, ao longo de 2025, um total de 505 casos de dengue, número que representa um crescimento expressivo em comparação aos anos anteriores. O total é significativamente superior ao de 2024, quando foram contabilizados 54 casos, o que representa um aumento de aproximadamente 835%. Em relação a 2023, que fechou com 239 casos positivos, o crescimento foi de cerca de 111%.
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Os números de 2025 ainda podem ser maiores. De acordo com boletim epidemiológico divulgado nesta semana pela Prefeitura, 23 casos seguem sob investigação, o que pode elevar ainda mais o total de confirmações.
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A maior parte dos registros ocorreu no primeiro semestre do ano. Dos 505 casos confirmados, 500 foram registrados entre janeiro e julho de 2025, sendo que 445 ocorreram até o final de abril, período de maior concentração da doença.
Vale ressaltar que a situação observada em Ilha Solteira não foi isolada. Diversos municípios da região e do estado também enfrentaram aumento significativo no número de casos de dengue em 2025, inclusive com registros de óbitos.
Alerta
Diante desse cenário preocupante, a Prefeitura, por meio da Vigilância Epidemiológica, reforçou no final de dezembro o alerta à população sobre a necessidade de redobrar os cuidados durante o período chuvoso, a fim de evitar o avanço da dengue, da zika e da chikungunya — doenças transmitidas pelo mosquito Aedes aegypti.
Segundo a chefe da Vigilância Epidemiológica, Eliana Aparecida da Silva, as condições climáticas atuais favorecem a proliferação do mosquito. “O período chuvoso contribui para o surgimento de larvas e, consequentemente, para o aumento da população do Aedes aegypti”, explica.
Em vistorias recentes, equipes da Prefeitura identificaram diversos focos com presença de larvas em diferentes pontos da cidade, o que acende um sinal de alerta para o risco de novos casos.
A Vigilância Epidemiológica reforça ainda que o combate à dengue é uma responsabilidade coletiva. A orientação é que cada morador reserve ao menos dez minutos por dia para vistoriar a própria residência, eliminando possíveis focos de água parada, como pratos de plantas, garrafas, calhas entupidas, caixas-d’água destampadas e pneus. “Se cada pessoa fizer a sua parte, todos ganham. A dengue é um problema de todos nós”, destacou a Vigilância.
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