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Da Redação
Três diferentes golpes envolvendo empréstimo fraudulento, falso investimento e compra pelas redes sociais foram registrados pela Polícia Civil. Os casos chamam a atenção para estratégias utilizadas por criminosos para obter dinheiro ou realizar operações financeiras em nome das vítimas.
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Golpe da falsa festa termina com empréstimo de R$ 10 mil
Em um dos casos, a vítima relatou que recebeu uma ligação de um número desconhecido. Do outro lado, o homem se apresentou como organizador de uma festa que seria realizada em homenagem a uma pessoa conhecida em Ilha Solteira.
A vítima demonstrou interesse em participar do evento. Na sequência, o suposto organizador afirmou que seria necessário colaborar com os custos da festa e que um boleto seria gerado para o pagamento.
Segundo o boletim de ocorrência, o golpista já possuía diversas informações pessoais da vítima, inclusive dados relacionados ao banco onde ela mantém conta.
Durante a ligação, foram enviados links para que o boleto fosse gerado. Desconfiada, a vítima afirmou que não clicou nos links e encerrou a ligação.
Posteriormente, foi até a agência bancária e descobriu que havia sido contratado um empréstimo de R$ 10 mil em seu nome.
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Falso investimento promete lucro e termina em prejuízo
Outro caso envolve o chamado golpe do trader, estratégia em que criminosos apresentam supostas oportunidades de investimento e prometem ganhos rápidos ou elevados.
De acordo com o registro policial, a vítima encontrou no Telegram uma possibilidade de realizar “trade” e decidiu investir.
Foram realizadas duas transferências: uma de R$ 317 e outra de R$ 1.295, totalizando R$ 1.612.
Depois dos pagamentos, a vítima recebeu uma mensagem informando que teria ocorrido um “erro” na plataforma e que o dinheiro havia sido “perdido”. Para recuperar os valores, seria necessário realizar uma nova transferência.
A vítima não fez o novo pagamento e, até o momento do registro da ocorrência, não havia conseguido recuperar o dinheiro.
Ainda segundo o boletim, a vítima descobriu posteriormente que a empresa apresentada como responsável pelo investimento estaria cadastrada oficialmente em um ramo relacionado a restaurantes e estabelecimentos similares, e não ao mercado financeiro.
Compra de tanquinho termina sem produto e com prejuízo
Em outro caso, a vítima publicou em uma rede social que estava procurando comprar um tanquinho de lavar roupas.
Pouco depois, recebeu uma mensagem de uma pessoa afirmando ter o produto para vender. As duas partes combinaram a compra pelo valor de R$ 150.
A vítima realizou uma transferência de R$ 50 como entrada e combinou que pagaria os R$ 100 restantes no momento da retirada do tanquinho.
A suposta vendedora então indicou um endereço para que o produto fosse retirado.
No entanto, ao chegar ao local, a vítima foi informada de que não havia ninguém com o nome indicado e também não existia nenhum tanquinho disponível para venda.
Os três casos foram registrados pela Polícia Civil e seguem em investigação.
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