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Homem acusado de pedofilia teria molestado três crianças

Ilhadenoticias.com
Da Redação

 

O homem de 50 anos preso na manhã desta quinta-feira (16), em operação realizada pela Polícia Civil, com apoio da Polícia Militar e da Guarda Municipal, é acusado de molestar três crianças, que na época tinham 11, 6 e um ano de idade. Ele estava foragido desde 2016 e foi preso na Fazenda Lagoão.

 

Em junho de 2015, o acusado teria molestado três crianças, que na época tinham 11, 6 e 1 ano de idade, em uma fazenda que fica na zona rural de Ilha Solteira. A denúncia foi feita pela mãe dos menores.

De acordo Boletim de Ocorrência registrado naquele ano, o estupro foi descoberto depois que a criança se recusou a voltar para a casa da avó, que era amasiada com o acusado. Questionado, o menor relatou que que o homem tinha abaixado sua calça e tocado em seu órgão genital, afirmando que ele ensinar a se masturbar, para que pudesse “comer a mulherada”.

Ao ouvir o relato do irmão, a menor de 11 anos também revelou que foi abusada pelo homem quando tinha 7 anos. Ele, enquanto a menor estava deitada em uma rede, teria passado a mão em sua genital e dito “olha que gatinha bonitinha”, em alusão ao animal que estampava sua roupa íntima.

A mãe também relatou desconfia que uma outra filha, na época com um ano e seis meses, também tenha sido abusada, já que estaria tentando, com frequência, enfiar o dedo e objetos em sua genitália.


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Câmara aprova reajuste de 6% para funcionários públicos; Pagamento começa em junho

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

A Câmara de Ilha Solteira aprovou, em sessão extraordinária, Projeto de Lei de autoria do prefeito Otávio Gomes (DEM), que reajusta em 6% o salário dos funcionários púbicos municipais. Desse percentual, 4,94% repõe a inflação do período e 1,06% é recuperação perdas salariais registradas nos últimos anos . O pagamento começa a ser feito em junho.

 

O índice é maior do que a inflação registrada no período – e um dos maiores da região, pois também inclui parte da reposição que deixou de ser concedida nos últimos anos. Na região, os reajustes concedidos oscilam entre 3,7% e 5%, contra 6%em Ilha Solteira.

Vale ressaltar que desde que assumiu a Prefeitura, em janeiro de 2017, o atual Governo (primeiro com o vereador Emanuel Zinezi e depois com Otávio Gomes), não deixou de dar o reajuste anual dos funcionários (5% em 2017 e 3% em 2018). Mas as perdas registradas antes ainda não estavam sendo repostas.

Os funcionários tem uma perda acumulada de 15% no salário. Repor tudo de uma vez é inviável, pois isso impactaria o limite permitido de gastos com a folha de pagamento (54% do orçamento). No ano passado, por exemplo, os gastos com a folha em Ilha Solteira, em função da queda na arrecadação, extrapolaram o limite estabelecido pela Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF), obrigando Otávio Gomes a adotar medidas que buscassem a redução. Para o Tribunal de Contas, gastos com o funcionalismo público não pode ultrapassar o “limite prudencial” de 51,30%. Se o município ultrapassar este teto, passa a ter uma série de limitações, que foi o que ocorreu.

Agora, com o aumento na arrecadação, associado à diminuição do número de funcionários (em função de aposentadorias) e a redução de gastos devido a ações adotadas pelo Governo, o cenário permite o início da reposição. Mas ela deve ser prudente e dada aos poucos, para não comprometer a folha e investimentos. Tendo margem, novas reposições serão autorizadas no futuro. “Sabemos da perda dos funcionários acumuladas nos últimos anos. E eles tem o direito de recebê-las. Mas, para começar essa reposição, tínhamos que arrumar a casa, economizar. E foi o que fizemos. Estamos dando esse percentual agora, mas queremos ir adiante. Assim que possível, daremos mais”, afirmou o prefeito.


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Manifestação contra cortes na educação leva centenas de estudantes às ruas de Ilha Solteira

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

A manifestação contra os cortes na educação, anunciados pelo Governo Federal, levou centenas de pessoas às ruas de Ilha Solteira na tarde desta quarta-feira (15), principalmente estudantes da UNESP e do Instituto Federal.

 

Os alunos se concentraram em frente ao Instituto Federal, na zona norte de Ilha Solteira, e saíram em passeata pela Avenida Brasil Norte, até a Praça dos Paiaguás, onde aconteceu um ato contra os cortes na educação. No trajeto, palavras de ordem contra os cortes e o Governo de Jair Bolsonaro (PSL) e a favor da educação.

Boa parte dos estudantes exibiam cartazes, onde defendiam a educação, as pesquisas nas universidades e criticavam o Governo Federal.

Além de alunos da UNESP e do Instituto Federal, a manifestação também contou com a participação de professores e funcionários das duas instituições, além de alunos e professores da Escola Técnica, Arno Hausser e Lea Silva Moraes.


Brasil - Manifestações em defesa de recursos para a educação foram realizadas em várias cidades do país nesta quarta-feira, reunindo milhares de pessoas. Elas foram convocadas após o ministro da Educação, Abraham Weintraub, reduzir o orçamento das universidades federais e bloquear bolsas de pesquisa.

O principal objetivo da mobilização, segundo os organizadores, foi mostrar à população a importância das universidades no ensino, na pesquisa e na prestação de serviços à sociedade.

As manifestações ocorrem após o anúncio de cortes e bloqueios pelo Ministério da Educação no governo Jair Bolsonaro. Recursos para todas as etapas de ensino, da educação infantil à pós-graduação, foram reduzidos ou congelados. A medida inclui verbas para construção de escolas, ensino técnico, bolsas de pesquisa e transporte escolar.

O bloqueio total de despesas do MEC anunciado até agora é de R$ 7,4 bilhões. Nas universidades federais, chega a R$ 2 bilhões, o que representa 30% da verba discricionária (que não inclui salários, por exemplo). Nesta terça-feira (14), Weintraub disse que não descarta novos bloqueios no orçamento da pasta após previsão de crescimento menor da economia. (Com informações do Jornal do Brasil)


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