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Câmara aprova reajuste de 3% para funcionários, mas vereadores cobram reposição das perdas salariais

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

A Câmara de Ilha Solteira aprovou na noite desta segunda-feira (17), por unanimidade, o projeto que concede 3% de reajuste para os funcionários públicos municipais. Vereadores cobraram, ainda, a reposição das perdas salariais dos servidores.

 

Otávio Gomes (DEM) propôs um reajuste de 3% para os funcionários públicos municipais. Esse índice equivale a quase metade da inflação registrada de maio de 2017 a maio de 2018 (5,17%) e, de acordo com o projeto, já vale para o salário de setembro, que deverá ser pago até o quinto dia útil do mês de outubro. Além dos funcionários públicos municipais, eles é extensivo aos inativos e pensionistas, funcionários do Legislativos, Autarquias, conselheiros tutelares, funcionários com contrato por tempo determinado, estagiários e agentes políticos (cargos de chefia).

Com o reajuste, o piso salarial da Prefeitura (menor salário) passa a ser de R$ 1052,48.


Repercussão – O vereador Dalmi Gaudes Jr (PSC) destacou que o que foi aprovado foi um reajuste, e não aumento para os funcionários. E que esse reajuste contempla apenas parte da inflação registrada no período. “Temos que deixar claro para a população a diferença entre reajuste salarial e aumento. O que está sendo discutido é o reajuste, que é algo garantido por Lei. Ele é obrigatório e se baseia na inflação do ano. O prefeito está dando apenas uma parte da inflação, que foi de 5,7%. Então, os servidores municipais, este ano, ainda estão perdendo 2,7% do seu reajuste de direito. Não estão ganhando. Estão perdendo 2,7%. Teve ano que perdeu tudo”, afirmou Guedes.

Dalmi disse, ainda, que essa dificuldade em reajustar o salário dos funcionários, é fruto de decisões equivocadas de administrações passadas. “Não estou falando que isso é culpa do Otávio. Ele tem um índice que precisa seguir, de prevenção de gasto com o pessoal. Mas se ele não pode dar mais, porque vai estourar o teto, isso é culpa de quem? Quais foram os mandatos anteriores, que veio sucateando, fazendo coisas erradas, até chegar a um ponto que não se consegue nem dar reajuste para os funcionários. Pelo menos não o real, que é quase o dobro do que vem sendo dado agora. Deu alguma coisa. É um pequeno alento. Vamos torcer para que nossa cidade volte a ser administrada da forma correta, volte a ter compromisso com o dinheiro público e assim sobre para, pelo menos, dar o reajuste salarial garantido em Lei. E de forma completa, não pela metade, como está sendo dado desta vez”, disse Guedes.

O vereador Valdeci Ferreira Lima (PV), que é presidente do Sindicato dos Servidores Públicos (Sind Ilha), disse que quando os funcionários conseguem o reajuste, sem nenhuma perda, isso impacta positivamente a economia local. “Olha a consequência que gera, para todos os servidores públicos e, consequentemente, para toda a cidade. Porque se o servidor público tem o salário dele atualizado, sem nenhuma perda, ele gasta no comércio onde ele mora, onde ele reside. Isso é um efeito cascata. Movimenta a economia. Nós, antes desse reajuste, tínhamos quase 18% de perda salarial. É um valor significativo, principalmente para quem tem uma referência salarial menor.

E aqueles que estão aposentados estão em situação pior, porque não tem mais ticket e outros benefícios. É uma perda significativa”, afirmou Lima.

Valdeci disse que o Sindicato voltará a conversar com Otávio na segunda quinzena de outubro e que ainda há esperança da categoria recuperar as perdas salariais. “Otávio prometeu, após 15 de outubro, sentar novamente para pensar o que fazer em relação ao vale alimentação e sobre as perdas registradas nos últimos anos. Resta torcer para a situação melhorar e que o Otávio se sensibilize e faça um planejamento para a recuperação das perdas”, disse Lima.

O vereador Antônio Carlos da Silva, o Toninho (PT), disse que o problema começou logo no primeiro Governo do Município, quando um concurso inchou o Governo. “Como era secretário da Comissão de Emancipação, fui nomeado para fazer a transição da CESP para a Prefeitura. Na época, a CESP administrava a cidade com menos 450 funcionários. E uma cidade que já tinha infraestrutura completa. Aí, o primeiro prefeito prefeito faz um concurso e entra 1300 funcionários. Inchou a folha de pagamento, porque tinha dinheiro sobrando”, afirmou Silva.

Toninho disse que o Sindicato precisa sentar com o prefeito e, com o apoio dos vereadores, fazer um cronograma, para repor as perdas salariais dos funcionários até o final do mandato.

O vereador Emanuel Zinezi (DEM), que na época que administrou a cidade como prefeito interino, entre janeiro e março de 2017, concedeu 5% de reajuste para os funcionários, disse que tem certeza que Otávio gostaria de dar uma reajuste maior, mas deu o que era possível no momento.

O presidente da Câmara, vereador Rodrigo Batista Gonçalves, o Kokim (PPS), lembrou que, ao contrário do que muitos pensam, reajustar o salário dos vereadores é de iniciativa dos vereadores, a quem cabe aprovar ou rejeitar a proposta feita pelo prefeito. “Não podemos, por exemplo, aprovar um reajuste maior daquilo que foi proposto pelo prefeito. A legislação impede. Mas isso não significa que nós não lutamos por um reajuste maior, para que os funcionários consigam a reposição daquilo que foi dado nos últimos anos. Acredito que, assim como eu, a maioria dos vereadores dessa Casa cobrou, cobra e vai continuar cobrando por isso. Estamos aprovando 3% hoje. Mas tenham certeza que a luta continua: agora é garantir que os funcionários consigam pelo menos parte daquilo que não foi dado nos últimos anos”, afirmou Kokim.


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Turista morre no Recanto das Águas

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

Bombeiros aplicam técnicas de reanimação na vítima (Fotos: Cristiano Semenzato)

 

Um homem de 48 anos, identificado como Rogério Tadeu, morreu na manhã desta quarta-feira (19), por volta das 09h00, quando pescava no Recanto das Águas. Ele estava visitando Ilha Solteira e seria morador da grande São Paulo.

 

Inicialmente, a informação era de que o homem pescava com um parente, próximo ao rancho do Sind Ilha, no Recanto das Águas, quando decidiu pular na água. Ele estava de colete e disse que sabia nadar. Mas, algum tempo depois, ficou imóvel na água e com os braços abertos. Mas parentes, em contato com o ilhadenoticias.com, informaram que ele estava em um caiaque, que virou. Ele tentou nadar até a margem, mas não conseguiu. Antes de chegar, ele teria "apagado". 

Bombeiros foram até o local, tiraram o homem da água e tentaram reanima-lo. Ele foi levado para o Hospital Regional de Ilha Solteira, onde a morte foi constatada.

Ainda segundo apurou o ilhadenoticias, não é possível afirmar se o homem teve algum mal súbito ao cair na água e tentar chegar até a margem ou se afogou.

Homem é retirado da água 


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Prefeitura vai terceirizar FAPIC, mas licitação ainda não tem data

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

A Prefeitura de Ilha Solteira informou que, assim como no passado, irá tentar terceirizar a realização da FAPIC 2018, prevista para o próximo mês de outubro, quando Ilha Solteira completará 50 anos. Mas a licitação ainda não tem data.

A FAPIC foi resgatada pelo atual governo, depois de não ter sido promovida durante todo o mandato do ex-prefeito Bento Sgarboza. A festa foi promovida, pela primeira vez, por uma empresa privada.

Apesar de ter anunciado, ainda em 2017, que a festa voltaria a ser terceirizada, a Prefeitura ainda não abriu a licitação para definir a empresa que promoveria o evento. A previsão é que ela aconteça nas próximas semanas, mas uma data ainda não foi fixada.

 

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Chuva ainda não interrompe “seca” em Ilha Solteira; Previsão é de pouca água para a semana

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

(Foto: José Aldir)

 

Apesar da chuva que vem sendo registrada desde sábado (4), em Ilha Solteira, o período de “seca” ainda não foi interrompido. A área de Hidráulica e Irrigação da UNESP, que monitora o clima na cidade e região, já conta 127 dias sem chuva.

Chuva em baixa quantidade, como a que vem sendo registrada em Ilha Solteira, não recupera a água do solo. Ela só refresca e elimina a poeira. “Para a contagem de dias sem chuva, usamos o padrão mundial, que é o mínimo de dez milímetros. Menos que isso, não é chuva. Duas horas de sol na sequência levanta poeira de novo”, disse o professor Fernando Braz Tangerino Hernandes, da Área de Hidráulica e Irrigação da UNESP.

No sábado choveu o equivalente a 1,8 mm. No domingo (5), a quantidade chegou a 1,3 mm. Nesta segunda (6), até às 16h00, havia chovido 2,4 mm.

 

Clima – E a previsão é de chuva em baixa quantidade durante a semana. Deve chover apenas na quinta-feira (9), e só o equivalente a 2 mm.

Já a temperatura deve subir um pouco, principalmente no final da semana, quando a máximo deve alcançar 32º C.


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Após longa negociação, Município consegue primeiro prédio da CESP

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

Clube SEIS

 

Após uma longa negociação, o Município conseguiu da CESP o primeiro prédio de vários que vinha reivindicando. Na noite desta segunda-feira (2), a Câmara aprovou projeto de Lei de autoria do prefeito Otávio Gomes (DEM), que garante a cessão, por tempo indeterminado, do prédio que vem sendo ocupado pelo Clube SEIS.

De acordo com o projeto, para receber o prédio, a Prefeitura deixará de cobrar impostos, como água e IPTU, durante o período que durar a concessão. Já os débitos vencidos serão negociados pela estatal.

A concessão garante o funcionamento da SEIS, que chegou a receber ordem de despejo este ano, em ação movida pela CESP. Tudo porque o prédio ocupado pelo clube seria envolvido em uma provável privatização da estatal.

Além do Clube SEIS, o Município vem solicitando outros imóveis ocupados pela UNESP (antigo Centro de Treinamento), UNIESP, Colégio Anglo, GRECEL, antigo Laboratório de Engenharia Civil, entre outros. Esses imóveis chegaram a ser doados informalmente para o Município. Mas, devido a eminente privatização da estatal, a empresa paulista teria “desistido” da negociação.

Desde o final de 2016, Prefeitura, Câmara, Associação Comercial e diversos setores da comunidade, uniram esforços para garantir a doação dos prédios. O repasse, ao longo de 2017, chegou a ser considerado improvável por autoridades envolvidas. Mas elas ganharam um novo “gás” com a troca no comando do Governo do Estado (saiu Alckmim e entrou Márcio França) e, principalmente, na presidência da CESP. A expectativa é que o Município consiga, em breve, o repasse dos imóveis.

 

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