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Crianças são vacinadas nas escolas contra polio e sarampo

Douglas Cossi Fagundes
Da Redação

 

Alunos das escolas de Ilha Solteira estão sendo vacinadas contra a poliomielite e o sarampo. A medida, que começou nesta segunda-feira (13), tem o objetivo de aumentar a cobertura das crianças imunizadas contras as doenças.

 

Balanço divulgado pela Vigilância Sanitária revela que até o último dia 9, quando foi feita a última contagem, haviam sido vacinadas 294 crianças de zero a cinco anos incompletos. A meta é vacinar 1062 até o próximo dia 31.

Além das escolas, a vacina continua sendo aplicada em todas as unidades de saúde, em horário comercial (07h30 às 12h00 e das 13h30 às 17h00). Para participar, basta que os pais levem seus filhos até esses locais, de preferência munidos da carteira de vacinação, para que que recebam as vacinas.

O esquema vacinal para poliomielite é composto por três doses da vacina administradas aos 2, 4 e 6 meses, sendo necessários dois reforços aos 15 meses e aos 4 anos de idade. Já a imunização contra o sarampo é feito por meio da vacina tríplice viral, que protege também contra rubéola e caxumba. O esquema vacinal é de uma dose aos 12 meses, com um reforço aos 15 meses.

 

Risco para a população - Embora o Brasil esteja livre da poliomielite desde 1990, graças aos esforços das campanhas de vacinação iniciadas na década de 1980, a doença permanece endêmica em três países: Afeganistão, Nigéria e Paquistão. Por isso, o risco de reintrodução do vírus, que é uma realidade por conta da grande circulação de pessoas em viagens internacionais e relações comerciais, se torna ainda maior quando diminuem as coberturas vacinais.

Quanto ao sarampo, o Brasil adotou a meta de eliminação da doença para o ano 2000, com o Plano Nacional, cujo marco inicial foi a realização da primeira campanha nacional de vacinação em 1995, que levou a uma redução de mais de 80% das notificações da doença. No entanto, em 1997 uma importante epidemia se estendeu por diferentes estados brasileiros, com mais de 53 mil casos confirmados, sendo a maioria deles no Estado de São Paulo.

Entre 2016 e 2017, não foi registrado nenhum caso da doença no Brasil. Porém, atualmente, o país enfrenta novos surtos de sarampo nos estados de Roraima e Amazonas. Internacionalmente, desde julho de 2017, um aumento expressivo de ocorrências da doença assola a Venezuela, que está passando por uma situação sociopolítica e econômica conturbada, o que ocasionou intenso movimento migratório, fator que também contribuiu para a propagação do vírus para outras áreas geográficas, incluindo o Brasil.

Por conta da proximidade territorial com o país vizinho, Roraima registrou 397 casos suspeitos de sarampo entre fevereiro e maio deste ano, dos quais 50 foram descartados, 172 confirmados e 175 estão sob investigação. No Amazonas, situação é ainda pior com a notificação de 905 casos no mesmo período. Destes 142 foram confirmados, 85 descartados e 678 permanecem em investigação. Todos os casos confirmados no Brasil são do genótipo D8, o mesmo que está em circulação em Roraima e na Venezuela.

 

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